Logo o primeiro dia de viagem já dá uma novela, ou pelo menos uma crônica.
ô, quem me dera ser uma gaúcha da familia medeiros para presentear a literatura do brasil.
Esqueça coisas como viajar limpinho, não suado, sem pessoas mal cheirosas pegando o busão de sexta a noite.
Na inocência, esqueci que era Asia, Capital da Tailândia, final do dia.
Desci do avião 1:30 pm, fiz hora, usei internet e tudo o mais. Após quase descreditar do restaurante pelo "Chicken Vegeterian" resolvi experimentar uma amostra rara da região, a culinária vegan. Comi Tom yon de cogumelos com Roti (pão indiano). Aloi mak!
Enfim, demorei para ir para a Bus Station porque achei que seria confuso, cheio e não muito limpo. Eu estava certa, mas junto a isso some várias lojinhas, um banheiro bem ok para ser de rodoviária. Valor, 3 baht ou R$0,20. E claro, sem papel. Mas não inundado, coisa rara em banheiros publicos que presenciei por aqui. Enfim, tudo perfeito!
Fora a gentileza e sorridencia constante do garçon, várias pessoas muito simpáticas, a própria cobradora do banheiro, a moça que me ajudou a pegar o bus (em thai, claro), o rapaz que parou o que estava fazendo parado para me ajudar a pegar o táxi na rua, enfim. Aqui as pessoas são muito sorridentes e em geral muito simpáticas mesmo.
O caso extremo da gentileza foi o guardinha do metrô, que veio me procurar na fila para perguntar (daquele jeito que me demorou uns 5 segundos pra entender):
- "Toilet?".
Sendo que eu tinha pedido para um outro funcionário, na bilheteria, no andar de cima. Que fofo, foi me procurar.
Bom, o fato é que tendo demorado pra chegar na estação quase fiquei sem passagem. Fiquei desconfiada da compra que consegui fazer já que fiquei muito tempo voltando dos guiches com:
- Chiang Mai?
- Fú, fú! (ou seja, cheio, cheio!)
Sim, a coisa por aqui consegue ser hilária.
Não sei o que era mais difícil, acreditar na capacidade da viaçao, que emitiu bilhete para 21:40, 21:41, 21:42, 21:43 (Sério!) ou na boa fé das pessoas que me venderam o bilhete.
Depois de muito tumulto na tal da plataforma 32, agora já no ônibus o ar condicionado e a água me parecem mais A glória.
Pena que minha janela é das únicas em que não há adesivos do tamanho médio de um palmo dos personagens fofinhos do ursinho puff e toda sua gigante trupe. Antigos os adesivos, tadinhos. Mas nada que a cortina de babados e cetim rosa não compense.
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
utilidade pública para verão perto de lagoas e afins!
REPELENTE DE PESCADORES
1/2 litro de alcool
1 pacote de cravo da Índia (100ml)
1 vidro e óleo de neném (100ml)
Deixe o cravo curtindo no álcool uns 4 dias agitanto , de manhã e a tarde. Depois coloque o óleo corporal (pode ser de amêndoas, camomila, erva doce, lavanda, aloe vera).
REPELENTE DE PESCADORES
1/2 litro de alcool
1 pacote de cravo da Índia (100ml)
1 vidro e óleo de neném (100ml)
Deixe o cravo curtindo no álcool uns 4 dias agitanto , de manhã e a tarde. Depois coloque o óleo corporal (pode ser de amêndoas, camomila, erva doce, lavanda, aloe vera).
sábado, 27 de outubro de 2012
Pesquisando sobre os Essênios vim a saber que uma invasão do Império Romano encontrou 960 judeus mortos em Massada, me parece região hoje Israel . Eles suicidaram coletivamento preferindo não servir aos Romanos. Sobreviveram 2 Senhoras e 5 crianças, que se esconderam no reservatório de água.
Fonte, libro Los rollos de Mar Muerto y las raices secretas del Cristianismo.
Fonte, libro Los rollos de Mar Muerto y las raices secretas del Cristianismo.
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Distribuidora independente
Leva produtos independentes até as lojas perto de você (de mim?) e para os sites de acesso a música, vídeo e e-books.
Cds, Vinis, Dvds e Livros.
www.tratore.com.br
Digitei GUARANI na busca do meu computador. Me veio essa música.
Gwyra Mi é cantada, em língua local pelos Meninos Guaranis da Associação Indígena da Aldeia Morro da Saudade. (Pela minha pesquisa, São Paulo).
Misturada a eles, aparece gravação sampleada de um discurso do Subcomandante Marcos, líder do Exército Zapatista de Libertação Nacional, em Chiapas, México.
Radicado no Brasil há mais de vinte anos, o percussionista argentino Ramiro Musotto mostra em seu segundo disco solo, “Civilização & Barbarye”, um caldeirão de boas idéias percussivas, onde o eletrônico e o convencional interagem numa boa.
Considerado o mais baiano dos argentinos, Ramiro foi buscar inspiração nos rituais de candomblé, na capoeira e no samba-reggae para compor parte do CD. Além da sonoridade baiana, o percussionista utilizou outras formas musicais como o mote nordestino e o samba.
viva esses hermanos todos. e viva Gil (!) e viva logo todo esse povo!
http://www.territoriodamusica.com/resenhas/?c=2254
Gwyra Mi é cantada, em língua local pelos Meninos Guaranis da Associação Indígena da Aldeia Morro da Saudade. (Pela minha pesquisa, São Paulo).
Misturada a eles, aparece gravação sampleada de um discurso do Subcomandante Marcos, líder do Exército Zapatista de Libertação Nacional, em Chiapas, México.
Radicado no Brasil há mais de vinte anos, o percussionista argentino Ramiro Musotto mostra em seu segundo disco solo, “Civilização & Barbarye”, um caldeirão de boas idéias percussivas, onde o eletrônico e o convencional interagem numa boa.
Considerado o mais baiano dos argentinos, Ramiro foi buscar inspiração nos rituais de candomblé, na capoeira e no samba-reggae para compor parte do CD. Além da sonoridade baiana, o percussionista utilizou outras formas musicais como o mote nordestino e o samba.
viva esses hermanos todos. e viva Gil (!) e viva logo todo esse povo!
http://www.territoriodamusica.com/resenhas/?c=2254
Quase Lua cheia de Outubro
Primeiro sintoma de que estamos matando nossos sonhos. Falta de tempo.
As pessoas mais ocupadas que conheci na vida tinham tempo para tudo. As que nada faziam estavam sempre cansadas, não davam conta do pouco trabalho que precisavam realizar e se queixavam constantemente que o dia era curto demais. Na verdade elas tinham medo de enfrentar a sua falta de coragem.
Trecho adaptado do livro tal.
Autor: muito conhecido.
Primeiro sintoma de que estamos matando nossos sonhos. Falta de tempo.
As pessoas mais ocupadas que conheci na vida tinham tempo para tudo. As que nada faziam estavam sempre cansadas, não davam conta do pouco trabalho que precisavam realizar e se queixavam constantemente que o dia era curto demais. Na verdade elas tinham medo de enfrentar a sua falta de coragem.
Trecho adaptado do livro tal.
Autor: muito conhecido.
Assinar:
Postagens (Atom)